O Baobá no Brasil:

Existem apenas cerca de 20 árvores na idade adulta, sendo delas 16 em Pernambuco. Sua presença é explicada em 3 versões:

- Trazido no século XVII, por conde Maurício de Nassau, durante a ocupação holandesa, para fazer parte do seu jardim botânico privado (construído próximo à atual Praça da República)

- Aves migratórias teriam trazido consigo as suas sementes.

- Câmara Cascudo considerou que os sacerdotes africanos trouxeram as sementes da África e plantaram-nas em locais específicos do Brasil, para o culto de suas religiões.

Nyã Baobá.

EIS AQUI O PORQUÊ DO NOME.

Nossa constante preocupação com o meio ambiente e a preservação do planeta fez brotar essa grande ideia: criar um restaurante temático, visando a conscientização e a busca pela qualidade de vida.

Nyã Baobá refoeça esse conceito importante. Do tupi-guarani, nyã significa "Eis aqui". Isso quer dizer: Eis aqui Baobá, eis aqui paladar apurado e muito bom gosto, o que Americana pedia.

História do Baobá:

Proveniente das estepes africanas e regiões semiáridas de Madagascar, Baobá é um gênero de árvore mítica e solitária, presente também no continente australiano.


Grandioso, longevo e de tronco muito espesso na base, o Baobá chega a viver entre um e seis mil anos, podendo atingir 9m de diâmetro, 30m de altura e armazenar em seu caule até 120 mil litros de água, tornando-se conhecido como "árvore garrafa". Suas flores, com 20cm de diâmetro, parecem estar penduradas de cabeça para baixo, em forma de sino. De odor forte de almiscar, duram apenas 24h. Seus frutos, comestíveis, são parecidos com abóboras.


O Baobá foi amplamente divulgado no século XX, através da obra "O Pequeno Príncipe" do escritor francês Antoine de Saint-Exupery.
O nome científico, "Adansona digitata", foi dado pelos pesquisadores Bernard de Jussieu e Charles de Linné em homenagem a Michel Adanson (1727-1806), botânico e explorador francês, quem 1° descreveu o Baobá no Senegal.

Fontes: Semira Adles Vainsendcher - Pesq. da Fund. Joaquim Nabuco